>Melhor prevenir…

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Até alguns anos atrás, o espaço disponibilizado pelo webmail era miserável ao extremo; bastava você passar dois ou três dias sem acessar sua conta (o que era comum numa época em que a conexão discada reinava quase absoluta) para que sua caixa de entrada “lotasse” e as novas mensagens se perdessem.
Hoje em dia, serviços como o do Google, da Microsoft e do Yahoo! oferecem espaço mais que suficiente para você guardar tranqueiras por toda uma vida, mas a prudência recomenda não confiar apenas no armazenamento na nuvem: uma catástrofe como a de fevereiro passado, quando 150 mil contas do GMail tiveram seu conteúdo apagado e milhares de usuários ficaram literalmente doidos.
Então, vale a pena conhecer o freeware MailStore Home (para informações detalhadas e download do programa, clique aqui http://www.baixaki.com.br/download/mailstore-home.htm), que funciona com os principais serviços de webmail e diversos programas clientes (Outlook, Outlook Express, Thunderbird, etc.) e além de manter no servidor uma cópia dos arquivos baixados (a critério do usuário), permite salvar os dados em mídia removível (pendrive, CD/DVD ou HD externo).
Observação: O Outlook Express permite ser configurado para deixar uma cópia das mensagens no servidor, mas você pode criar uma pasta numa segunda partição do disco – ou em outra unidade física, caso exista – e copiar para lá, de forma incremental, seus e-mails masi importantes (o procedimento é um tanto trabalhoso, mas indubitavelmente funcional). Caso queira saber mais sobre esse excelente cliente de correio eletrônico, leia a seqüência iniciada em
 http://fernandomelis.blogspot.com/2006/10/conhecendo-o-outlook-express.html ou faça uma busca através do campo de pesquisas do Blog.
Passemos agora à receita da vez:
Todo mundo sabe que os ingredientes básicos da Caipirinha (talvez o mais famoso clássico da coquetelaria brasileira) são cachaça, limão amassado, açúcar e gelo – isso segundo a receita tradicional, que surgiu no interior do estado de São Paulo como “remédio contra gripe”. Entretanto, da fórmula original, restaram apenas o açúcar e o gelo: em bares de todo o mundo, esse drinque ganhou miríades de novas cores e sabores, ainda que os puristas achem heresia substituir cachaça por vodka, rum ou saquê, e limão por frutas como lima da pérsia, morango ou maracujá.
Enfim, para preparar uma deliciosa caipirinha de limão (o resto é “batida”), eu prefiro vodka à cachaça – menos pelo sabor e mais devido ao cheiro da tradicional branquinha brasileira.
Observação: A vodka – ou “o” vodka – é um destilado (de grãos ou tubérculos) diluído em água até a concentração desejada (algo em torno de 40º GL), cuja principal característica é a pureza resultante de cuidadosas filtragens feitas através de carvão. Seu nome significa “aguinha”, e o Leste Europeu é o berço da produção mundial, conquanto algumas marcas francesas, suecas e holandesas estejam entre as melhores do mundo.
Para uma simples caipirinha – ou caipiroska, no caso –, não é preciso gastar os tubos num produto importado (Smirnoff e Orloff são opções nacionais bastante aceitáveis), mas convém fugir de produtos vendidos a preço de pinga, com nomes eslavos e, às vezes, em garrafinhas de plástico. Já se você realmente aprecia uma boa vodka, experimente a Absolut, a Wyborowa ou a Stolichnaya (deixe no freezer – vodka não congela, só fica leitosa) para degustar com torradinhas e caviar, patê de gorgonzola ou de alho.
Voltando à caipirinha, você vai precisar de:     
– 2 limões Taiti (de casca fina);
– Açúcar, vodka e gelo a gosto.
Descasque os limões delicadamente, retire a membrana branca e corte-os ao meio, no sentido longitudinal.
Remova o branco do miolo e torne a cortar – primeiro no sentido longitudinal e depois no transversal – até obter 16 pedaços.
Coloque duas pedras de gelo numa coqueteleira, cubra-as com açúcar, adicione 4 pedaços de limão e amasse gentilmente com um soquete (sem retirar todo o suco).
Junte ½ dose de vodka, os pedaços restantes do limão e amasse tudo bem amassadinho. Acrescente 1 dose de vodka, duas pedras de gelo, feche a coqueteleira e agite bem.
Transfira a bebida para um copo adequado, “lave” a coqueteleira com mais 1 dose de vodka (para aproveitar o restante do açúcar), complete o copo, acerte o ponto do açúcar, decore com uma rodela de limão, junte mais uma ou duas pedras de gelo e sirva com canudinhos ou um mexedor apropriado para drinques.
Dica: Se você for usar cachaça (ainda que daquelas mais vendidas em qualquer boteco de esquina – que Deus nos livre de provar sua caipirinha), passe o conteúdo da garrafa para uma jarra ou vasilha de boca larga, cubra com um pano fino (uma fralda, por exemplo – mas limpa, viu?) para impedir a entrada de insetos e deixe o troço ao relento durante toda a noite. Pela manhã, o cheiro enjoado da pinga terá desaparecido, e seus convidados menos iniciados irão elogiar sua caipirinha de vodka.
Abraços e até mais ler. 
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