Arquivo do dia: 3 de fevereiro de 2011

>QUINTA MIX

>

anos60
A JUVENTUDE DOS ANOS 60
Arraes e Simone de Beauvoir, Julião e Erich Fromm,Brizola e Jean Paul Sartre eram alguns dos ídolos da juventude nada transviada do início dos anos 60.Todo mundo andava em grupo: nos bares de São Paulo, nas praias de Ipanema, nas festinhas e nos comícios. Mocinhas de olhos muito pintados, saia de tergal e blusa de ban-lon discutiam a validade do “amor livre”. Entre um chope e outro, rapazes de camisa esporte promoviam debates acalorados acerca da importância da experiência cubana, iluminados pelo mito de Fidel. Alguns estavam organizados em partidos políticos, outros atuavam apenas em entidades estudantis. Brilhava na festa quem falava mais bonito e ganhava o “papo” na mesa quem tinha lido mais livros. Ler, aliás, era fundamental para o jovem engajado, que andava sempre com os “Cadernos do Povo Brasileiro” debaixo do braço. Nas festas, regadas a caipirinha,dançava-se pouco : o samba servia apenas de fundo para as discussões altamente intelectualizadas.O sentimento predominante em todos os momentos da vida dessa geração era o da solidariedade na construção de uma nova ordem social, na qual o personagem principal seria o trabalhador, operário ou camponês – o “povão”. ( Revista Nosso Século,1960/1980, 1ª parte )

iracema

OS ANIMAIS COMO TEMA LITERÁRIO

Na literatura brasileira, referencias a animais aparecem já nas primeiras obras da “literatura de informação” sobre o Brasil, desde a “Carta de Pero Vaz de Caminha aos cronistas dos séculos XVI e XVII.

É , porém, no século XIX que se vai encontrar o primeiro grande animalista da literatura brasileira: José de Alencar.Em “O Guarani” e “Iracema” a paisagem se aviva de animais de toda a espécie : neste romance, “Japir” ,o cão, e a Arara que acompanham a jovem índia participam diretamente da história. A presença de dois cavalos de raça em “Sonhos de Ouro” interessa à intriga, servindo, inclusivamente, para revelar traços psicológicos dos personagens. Nos seus romances regionalistas, os animais ganham especial relevo. Um grande carinho na observação da vida animal impregna as páginas de “O Gaúcho” e Arnaldo Louredo vive a história de “O Sertanejo’ em grande intimidade com animais, domésticos e selvagens. ( Ronaldo Morel Filho, Dicionário de Literatura, 1º volume) 

peixesbr

PEIXES AMAZÔNICOS EM MUSEUS DE PARIS E VIENA

Por incrível que pareça, somente após 150 anos de “descoberto”, o Brasil começou a estudar a sua fauna de peixe. A iniciativa foi de um holandês, Maurício de Nassau, que trouxe o naturalista George Marcgrave, em 1638, quando foi elaborado o primeiro inventário biológico do Brasil . A partir do século XVIII, os portugueses incubiram o cientista baiano Alexandre Rodrigues Ferreira de organizar uma grande coleção de plantas e animais, entre 1738 e 1792. Na primeira metade do século XIX, os ictiólogos franceses Georges Cuvier e Achille Valenciennes examinaram e descreveram os peixes amazônicos coletados pelo cientista brasileiro e o material continua até hoje no Museu de História Natural de Paris. Mais tarde, chegaram na comitiva da arquiduquesa da Austria, Leopoldina Josefa, que vinha casar com D Pedro I, em 1817, o zoólogo Johann von Spix, o botânico Carl von Martius e o coletor Johan Natterar, que estudarm a fauna e a flora brasileiras. Os peixes que Spix coletou foram estudados por seu discípulo suiço Louis Agassiz. Tudo permanece no Museu de História Natural de Viena. 

Na segunda metade do século XIX, o estudo dos peixes do Novo Mundo, passou a ser realizado pelos americanos, priorizando espécies curiosas como o poraquê, o aruanã e outras. Agassiz foi contratado por uma universidade americana e organizou uma grande coleta no Brasil, em 1865 . Embora o trabalho tenha tido o apoio irrestrito do imperador D. Pedro II, todo o material coletado foi remetido aos Estados Unidos e serviu de fonte de consulta a vários estudiosos americanos. A Amazônia brasileira continou a ser explorada pelos americanos John Haseman – rios Madeiras e Amazonas, 1910 – e  Carl Ternetz – rios Tocantins, Amazonas e Negro, 1923- 25 -, entre outros.  ( Roberto Guedeville,  S.O.S Pesca, revista Ecologia e Desenvolvimento, nº 72 )

>WordPress podem ter código malicioso em seus temas (Templetes)

>

 Essa notícia é direcionada aos blogs que usam o WordPress em seus Blogs, é bom ter cuidados redobrados com a segurança.  Essa matéria foi publicada no G1 tecnologia no dia 31 de janeiro de 2010  Altieres Rohr. 

lucidreira

Temas para WordPress podem ter código malicioso

Visual de blog é definido por código.
Outros softwares também podem ter ‘portas dos fundos’.

Softwares de computador são códigos. Arquivos como música, vídeo e imagens são dados – é por isso que uma foto não pode conter um vírus sem explorar uma falha no software específico em que ela for visualizada. Mas os temas (layouts) do sistema de blogs WordPress, embora sejam compostos por dados como folhas de estilo e imagens, também possuem códigos que são executados no software do blog para gerar as páginas. Indivíduos mal intencionados têm usado isso para distribuir temas contendo códigos maliciosos.

Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.

Legenda: Sites alteram código dos temas e incluem trechos que modificam a página de maneiras indesejadas. Legenda: Sites alteram código dos temas e
incluem trechos que modificam a página de
maneiras indesejadas. (Foto: Reprodução)

Isso vale para quem possui instalação própria do WordPress. Quem usa o serviço WordPress.com tem os temas limitados pelo serviço – em parte, inclusive, devido ao risco de temas conterem todo tipo de código que poderiam servir como uma porta de entrada para o servidor.
O WordPress tem uma coleção oficial de temas para os blogs, porém há muitos temas disponíveis em outros sites, listas de temas recomendadas em vários blogs que raramente fazem links para essa coleção.
Usando táticas de otimização para sites de buscas (SEO), sites contendo ofertas de temas gratuitos conseguem posições excelentes em buscas na web pelo Google e outros mecanismos de pesquisa. O usuário que baixar um tema desses sites pode ter código malicioso injetado em seu site. Esse código pode adicionar uma “porta dos fundos” ao blog (permitindo ao criador do template ou outra pessoa que sabe do problema obter o controle do site) ou, no mínimo, adicionar códigos publicitários. Esses códigos, às vezes, vazam informações a respeito dos leitores do site.
Uma pesquisa recentemente realizada pelo site WPMU.org mostrou que dos dez primeiros resultados do Google para “free wordpress themes”, oito são inseguros e não devem ser confiados para baixar temas. Os sites pegam temas profissionais falsos ou temas gratuitos e incluem códigos ocultos que realizam funções sem relação com o tema.
Um código desses pode facilmente vazar informações ou tornar o blog inseguro, passível de invasão. Ele normalmente ficará escondido dentro dos arquivos do tema, de modo a ser difícil de identificar por quem não sabe com o WordPress funciona.
Embora o mesmo também seja possível em plugins, ataques usando temas estão bem mais comuns.

Código malicioso oculto em um tema de WordPress. Código malicioso oculto em um tema de
WordPress. (Foto: Reprodução)

Proteções
Membros da comunidade do WordPress estão tentando resolver o problema. Há plugins de segurança como o Template Authenticity Checker (Verificador de Autenticidade do Tema, TAC) que analisa o código dos layouts instalados pela presença de códigos indesejados.
Da mesma forma que temas podem ser modificados antes de serem baixados, os temas são também um bom local para hackers manterem uma porta aberta em um site invadido. Isso porque os temas não são modificados com a atualização geral do blog. Tanto o TAC como o Exploit Scanner podem servir para detectar esses problemas.
Outros downloads
A fonte de aplicativos e plugins é importante, tanto no caso do WordPress como de qualquer outro download que for realizado. Existem sites que distribuem diversos conteúdos falsos. Programas de segurança falsos, por exemplo, são extremamente comuns.
É especialmente comum que produtos anunciados em sites de baixa credibilidade sejam fraudulentos, contenham apenas versões pagas de programas que estão disponíveis gratuitamente ou sejam alterados de qualquer forma maliciosa para instalar softwares publicitários, por exemplo.

Ferramentas geram sequências para identificar legitimidade de arquivos. Se o arquivo for alterado, a sequência é diferente, apontando a existência de um problema. Ferramentas geram sequências para identificar legitimidade de arquivos. Se o arquivo for alterado, a sequência é diferente, apontando a existência de um problema. (Foto: Reprodução)

Buscar o site oficial de um produto, tema ou plugin é sempre recomendável. Normalmente, os autores originais se identificam corretamente e tem sua credibilidade a perder caso incluam algum código malicioso. Em alguns casos, infelizmente, mesmo isso pode não ser suficiente: hackers podem invadir o servidor o programa. Isso aconteceu recentemente com o ProFTPD, um servidor de transferência de arquivos popular para Linux.
Mas casos como esse são muito mais raros que os sites especificamente criados para distribuir códigos fraudulentos. Logo, tomar a precaução básica de fazer o download a partir do site oficial ou de coleções oficiais – como os sites oficiais de plugins e temas do WordPress – irá diminuir bastante o risco de problemas.
A coluna Segurança para o PC de hoje fica por aqui. Se você tem alguma dúvida sobre qualquer assunto relacionado à segurança da informação, como crime virtual, privacidade, vírus, spam e etc, escreva na área de comentários. A coluna volta na quarta-feira (2) para responder dúvidas de leitores. Até lá!

* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.


Fonte: G1 tecnologia  por  Altieres Rohr Especial para o G1*

>Crônica do seguro de auto

>

Nós sempre ficamos curiosos como é que o ser humano (inteligente) como este que conseguiu escrever essa crônica com uma perfeição e criatividade incrível. Não sabemos quem é o autor, pois me foi enviada por e-mail de um dos nossos amigos de contato. O blog do Lu Cidreira agradece pela colaboração dos nossos amigos virtuais que sempre prestam esse tipo de serviço, nos ajudando a informar e entreter nossos leitores.  Obrigado e fiquem com, a Crônica do seguro de auto.
Imagem: google.com Edição: lucidreira
Todos sabem que hoje em dia o seguro de um automóvel é indispensável.

Não podemos deixar nem Uno de nossos Benz a Mercedes desses ladrões que fazem a Fiesta, nessa Honda de assaltos! A Marea está Brava!
Quem não segura o seu automóvel pode se
Ferrari e depois só GM pelos cantos ou fica a Ranger os dentes e a Courier de um lado para outro, vigiando a Strada e perguntando: Kadett meu carro?.
Faz a maior
Siena e fica Palio de nervoso! Aí, vai rezar um terço para Santana ajudar, mas isso não Elba stante para ter seu carro de volta!
Seguro é o
Tipo de negocio difícil, Mazda para resolver sem ficar com cara de Besta no final!
O seguro é um
Premio para quem o faz! Tempra todo veículo. Tem Parati também. E, na hora de fazer o seguro do seu carro, pense nas Variant es… Afinal Quantum mais opções, melhor!
Você vai ver que o nosso seguro é legal as
Pampa
Por isso, ele o
Fusca os demais, e vai marcar um Gol na hora do Accord!
Não deixe o prazo
Passat!… Monza obra!
Venha
Logus! Estamos Kombi nados? Espero seu contato….
Visite nossa agência e se
Accent na frente do Galant, que é o nosso gerente! Não se esqueça de levar o Stratus de seu banco e colocar um Blazer bem bonito, parecendo um Diplomata de Classe A. Mas não deixe de olhar todos os Topic do contrato…
Somos bem melhores
Kia concorrência e se você perder esta Xantia, vai se Corsa todo de raiva, o KA?
Com nosso seguro, você pode passar um
Weekend tranqüilo pela praia de Ipanema que, se roubarem seu carro, mesmo que seja em dia de Eclipse, você não terá problema… Temos nossa Suprema garantia de pagamento em prazo recorde! Não precisa D20 dias como outros que tem por aí… Hoje mesmo estamos pagando um seguro de um roubo que ocorreu A10 dias, S10 se, nós pagaríamos até antes!
Você pode estar em qualquer lugar, de um
Polo ao outro, que nós damos a assistência que precisar! E só Scania os documentos e mandar por e-mail mesmo!
Faça seguro! É
Clarus que é bom! Boa Voyage e Pointer final.


OBS: Se você achou este texto interessante e conhece o autor por favor entre em contato e nos informe para dar o devido crédito.

>É doce morrer no mar, nas águs verde do mar… (Cayme)

>








Iyemanjá, Yemanjá, Yemaya, Iemoja “Iemanjá” ou Yemoja, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” (“Mãe cujos filhos são peixes”), identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejibe e ossá, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado Igba Iemanjá.

Existe um sincretismo entre a santa católica Nossa Senhora dos Navegantes e a orixá da Mitologia Africana Iemanjá. Em alguns momentos, inclusive festas em homenagem as duas se fundem. No Brasil, tanto Nossa Senhora dos Navegantes como Iemanjá tem sua data festiva no dia 2 de fevereiro. Costuma-se festejar o dia que lhe é dedicado, com uma grande procissão fluvial.
Uma das maiores festas ocorre em Porto Alegre, no RS, devido ao sincretismo com Nossa Senhora dos Navegantes. No mesmo estado, em Pelotas a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes vai até o Poeto de Pelotas. Antes do encerramento da festividade católica acontece um dos momentos mais marcantes da festa de Nossa Senhora dos Navegantes em Pelotas, que em 2008 chegou à 77ª edição. As embarcações param e são recepcionadas por umbandistas que carregavam a imagem de Iemanjá, proporcionando um encontro ecumênico assistido da orla por várias pessoas.
No dia 8 de dezembro, outra festa é realizada à beira mar baiana: a Festa de N. Sra. da Conceição da Praia. Esse dia, 8 de dezembro, é dedicado à padroeira da Bahia, Festa de N. Sra. da Conceição da Praia., sendo feriado municipal em Salvador. Também nesta data é realizado, na Pedra Furada, no Monte Serrat em Salvador, o presente de Iemanjá, uma manifestação popular que tem origem na devoção dos pescadores locais à Rainha do Mar – também conhecida como Janaína
Na capital da , a cidade de João Pessoa, o feriado municipal consagrado a Nossa Senhora da Conceição, 8 de dezembro, é o dia de tradicional festa em homenagem a Iemanjá. Todos os anos, na Praia de Tambaú, instala-se um palco circular cercado de bandeiras e fitas azuis e brancas ao redor do qual se aglomeram fiéis oriundos de várias partes do Estado e curiosos para assistir ao desfile dos orixás e, principalmente, da homenageada. Pela praia, encontram-se buracos com velas acesas, flores e presentes. Em 2008, segundo os organizadores da festa, 100 mil pessoas compareceram ao local

Na Mitologia Yorubá, a dona do mar é Olokum que é mãe de Yemanjá, ambas de origem Egbá.
Yemojá, que é saudada como Odò (rio) ìyá (mãe) pelo povo Egibá, por sua ligação com Olokun, Orixá do Mar (masculino (em Benim) ou feminino (em Ifé)), muitas vezes é referida como sendo a rainha do mar em outros países. Cultuada no rio Ògùn em Abeokuta.

 História

Pierri Verger no livro Dieux D’Afrique registrou: “Iemanjá, é o orixá dos Egbá, uma nação iorubá estabelecida outrora na região entre Ifé e Ibadan, onde existe ainda o rio Yemanja. Com as guerras entre nações iorubás levaram os Egbá a emigrar na direção oeste, para Abeokuta, no início do século XIX. Não lhes foi possível levar o rio, mas, transportaram consigo os objetos sagrados, suportes do axé da divindade, e o rio Ògùn, que atravessa a região, tornou-se, a partir de então, a nova morada de Iemanjá. Este rio Ògùn não deve, entretanto, ser confundido com Ògúm, o orixá do ferro e dos fereiro.

No Brasil, a orixá goza de grande popularidade entre os seguidores de religiões afro-brasileiras, e até por membros de religiões distintas.
Em Salvador, ocorre anualmente, no dia 2 de fevereiro, uma das maiores festas do país em homenagem à “Rainha do Mar”. A celebração envolve milhares de pessoas que, trajadas de branco, saem em procissão até ao templo-mor, localizado próximo à foz do rio Vermelho, onde depositam variedades de oferendas, tais como espelho, bijuterias, comidas, perfumes e toda sorte de agrados.
Outra festa importante dedicada a Iemanjá ocorre durante a passagem de ano no Rio de Janeiro. Milhares de pessoas comparecem e depositam no mar oferendas para a divindade. A celebração também inclui o tradicional “Banho de pipoca” e as sete ondas que os fiéis, ou até mesmo seguidores de outras religiões, pulam como forma de pedir sorte à Orixá.
Na Umbanda, é considerada a divindade do mar, além de ser a deusa padroeira dos náufragos, mãe de todas as cabeças humanas.
Além da grande diversidade de nomes africanos pelos quais Iemanjá é conhecida, a forma portuguesa Janaína também é utilizada, embora em raras ocasiões. A alcunha, criada durante a escravidão, foi a maneira mais branda de “sincretismo” encontrada pelos negros para a perpetuação de seus cultos tradicionais sem a intervenção de seus senhores, que consideravam inadimissíveis tais “manifestações pagãs” em suas propriedades. Embora tal invocação tenha caído em desuso, várias composições de autoria popular foram realizadas de forma a saudar a “Janaína do Mar” e como canções litúrgicas.
A festa no Rio Vermelho
A tradicional Festa de Iemanjá na cidade de Salvador, capital da Bahia, tem lugar na praia do Rio Vermelho todo dia 2 de fevereiro. Na mesma data, Iemanjá também é cultuada em diversas outras praias brasileiras, onde lhe são ofertadas velas e flores, lançadas ao mar em pequenos barcos artesanais.
A festa católica acontece na Igreja de N. Sra. da Conceição da Praia, na Cidade Baixa, enquanto os tereiros de Candomblé e Umbanda fazem divisões cercadas com cordas, fitas e flores nas praias, delimitando espaço para as casas de santo que realizarão seus trabalhos na areia.
No Brasil, Iemanjá na versão de Pierri Verger, representa a mãe que protege os filhos a qualquer custo, a mãe de vários filhos, ou vários peixes, que adora cuidar de crianças e animais domésticos.

2 de fevereiro: Festa de Iemanjá
A Festa de Iemanjá acontece na praia do Rio Vermelho, sendo a maior manifestação pública do Candomblé que a cidade assiste. Desde a madrugada, filhas e mães-de-santo, babalorixás, pescadores, turistas e curiosos cantam em homenagem a Iemanjá. As oferendas, presente e pedidos à Rainha do Mar são depositados na Casa de Iemanjá e guardados em balaios que, no final da tarde, acompanham o presente principal (oferecido pela comunidade dos pescadores) e são jogados ao mar por um cortejo de centenas de embarcações. À noite a festa continua no bairro, onde barracas de comidas e bebidas típicas animam o público presente.